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categoria - Novidades

Postado em: 17 de julho de 2014 às 14:32

Luz: o que faremos sem lâmpadas incandescentes?

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Recentemente, o Governo Federal decretou que as tradicionais lâmpadas incandescentes deverão ser retiradas do mercado até 2016. Essa novidade está ligada a uma tendência global e já é uma realidade em diversos países desenvolvidos, que decidiram banir tal tecnologia com o intuito de economizar energia elétrica e preservar o meio ambiente.
A extinção será gradual, começando pelas de maior potência – que já deixaram de ser produzidas em 2012 – até as mais fracas, de 25w, em 2016. A venda das lâmpadas ainda é permitida por um ano depois da proibição de ser fabricada.

 

As lâmpadas incandescentes são as mais comuns e antigas: popularizaram-se pelo baixo custo inicial, porém, esse tipo de lâmpada consome mais energia, já que boa parte é dissipada em calor. Outro problema das lâmpadas incandescentes é baixa vida útil. Por esses motivos ela vem perdendo espaço ao longo dos anos para os modelos fluerescentes e LED.

 

Os modelos fluorescentes produzem menos calor e possuem mais durabilidade do que as incandescentes. Além disso, gastam cerca de ¼ da energia. Porém, essas lâmpadas possuem mercúrio em sua constituição e não podem ser descartadas em qualquer lugar.

 

As lâmpadas LED são consideradas o futuro da iluminação por consumirem muito pouca energia e terem uma vida útil muito maior do que as lâmpadas fluorescentes, chegando a mais de 30 mil horas. Ainda destacam-se por produzir pouquíssimo calor e ter resistência maior do que os outros modelos. Sua desvantagem é o alto custo inicial, porém, devido a durabilidade e o baixo consumo de energia, esse custo acaba sendo justificado.

Postado em: às 14:32

categoria - Arquitetura

Postado em: 24 de abril de 2014 às 10:00

Normas mais rigorosas de plano contra incêndio

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Um plano para evitar fogo é essencial na hora de elaborar projetos arquitetônicos e construir edifícios. A preocupação para que os imóveis estejam permanentemente em segurança vem aumentando, tanto por parte da sociedade, que agora também cobra e fiscaliza as estruturas dos locais, como também por parte do governo. O Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) é necessário para qualquer imóvel que tenha aglomeração de pessoas e, para garantir mais eficácia, normas estadual foram revisadas e reforçadas. Com nova lei, nenhuma edificação poderá entrar em funcionamento sem um alvará.

 

Após o incêndio na boate Kiss, em 2013, a emissão de PPCI aumentou mais de 230% no Rio Grande do Sul, de acordo com o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-RS). Em dezembro de 2013, uma nova lei foi aprovada para todo Estado: a análise do PPCI e vistorias, obrigações da Brigada Militar, passa ao Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Sul. Com mais rigor, as normas têm objetivo de fixar os requisitos mínimos exigidos nas edificações e estabelecer especificações para a segurança contra incêndios.

 

Entre as principais mudanças, é exigido para todas as edificações e áreas de risco um treinamento contra incêndio, controle de materiais de acabamento e de fumaça, compartimentação horizontal e vertical e acesso de viaturas de bombeiros. Os imóveis devem dar atenção especial para saídas de emergência e iluminação, instalação de caldeiras, vasos de pressão e congêneres, consumo de Gás Liquefeito de Petróleo, hidrantes e extintores de incêndios. A atualização do PPCI será anual para casos de médio a grande risco e, a cada três anos, para baixo risco de incêndio.

 

Na teoria, o prazo para que o Corpo de Bombeiros examine laudos é de 20 dias e outros 20 dias para análise e vistorias de imóveis. Porém, segundo o órgão, o tempo está levando em média quatro meses, em função da alta demanda. Para os bombeiros, as alterações na lei são bem-vindas para ter maior controle de segurança dos locais. A rotina dos profissionais não tem grande alteração, pois continuam fazendo seu papel. “Os interessados em construir ou adaptar seus imóveis são quem mais sentem as mudanças na lei. Há uma maior exigência que eles têm de cumprir, eles é que deverão adaptar todos os detalhes das instalações”, explica o Soldado Chiarelli.

 

As adequações de ambientes contam com prazos um mês até quatro anos, confira:

- De acordo com a Instrução Normativa, edificações e áreas de risco de incêndio terão 30 dias para elaboração e entrega do Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio, após a notificação, e outros 30 dias para correção do Plano.

 

- Instalação de extintores de incêndio deve ser imediata

 

- Até 30 dias para o treinamento de pessoal

 

- Até 12 meses: instalação de sinalização de emergência e sistema de iluminação; adaptação de instalação de inflamáveis e combustíveis; isolamento e adaptação de caldeiras, vasos de pressão e congêneres; adaptação das saídas de emergência; colocação de alarme e detecção de incêndio; adaptação dos materiais de revestimento, acabamento e divisórias; controle de fumaça e elaboração do Plano de Emergência.

 

- Até dois anos: adaptação de centrais de gás e chaminés; acesso de viaturas de bombeiros.

 

- Até 36 meses: colocação de hidrantes e mangotinhos.

 

- Até quatro anos: instalação de sistemas automáticos de extinção de incêndio, para execução da compartimentação vertical e horizontal e execução de sistema de espuma e resfriamento.

 

Para acessar a Instrução Normativa completa, clique aqui e para solicitar o PPCI, acesse o site dos bombeiros e veja os procedimentos.

Postado em: às 10:00

categoria - Bairros

Postado em: 20 de dezembro de 2013 às 12:06

Comer e beber na Auxiliadora

O bairro Auxiliadora é perfeito para quem quer (ou precisa) estar bem pertinho do principal centro de negócios de Porto Alegre, a Avenida Carlos Gomes, mas não abre mão da tranquilidade. E quem procura calmaria para curtir o horário de almoço, aproveitando o tempo para descansar e recarregar as energias para encarar mais um turno de trabalho, encontra diversas opções de restaurantes na região para fugir da fila quilométrica do buffet. Confira:

Foto: Temo Fome

Foto: Temo Fome

La Jolla

O restaurante, comandado por Caroline Wickert e Vitor Hugo Leal, é bem pequeno e charmosinho. Diariamente, no horário de almoço, serve menus que combinam opções de uma entrada (saladinha ou consomé) e um prato principal. Rua Comendador Rheingantz, 114

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

The Public Market

Padaria e empório que vende produtos sofisticados, frios bem fininhos e pães artesanais. Além de diversas delícias para levar, há opções de sanduíches caprichados e saladas bem elaboradas que se tornam verdadeiras refeições. Tudo isso num ambiente que nem parece Porto Alegre. Rua Pedro Chaves Barcellos, esquina com a Rua Tito Lívio Zambecari

Foto: Divulgação

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Umberto

Quem circula pelo bairro já deve ter notado uma lambreta na esquina das ruas Nova York com Mata Bacelar. O Umberto Restaurante serve menus de almoço com entrada, prato principal e sobremesa, assinados pelo chef Michel Vallandro. Rua Mata Bacelar, 132

Foto: Destemperados

Foto: Destemperados

You Yi

Quer conhecer um pouquinho da tradição chinesa? Então, entre, sente e fique à vontade. O Restaurante You Yi, do chef Zhon Hon Hua, oferece uma verdadeira viagem na culinária oriental. O ambiente é temático para ajudar a criar o clima. Rua Cândido Silveira, 242

 

Veja todos os imóveis da Bing no bairro em www.bingimoveis.com.br

Postado em: às 12:06